Pós-graduação lato sensu · Especialização
Prepare-se para construir as organizações do futuro.
Pós-graduação em Sistemas Humanizados: Saúde Mental, Cultura Organizacional e Gestão de Riscos Psicossociais (NR-1)
A ISO já trata de organizações centradas no ser humano. A OIT defende um futuro do trabalho centrado nas pessoas. E a OMS inclui intervenções na organização do trabalho nas suas recomendações sobre saúde mental.
Nesta especialização você estuda os Sistemas Humanizados - Humanização 2.0, a arquitetura de Eduardo Casarotto para compreender o funcionamento humano e transformar estruturas, processos e gestão. Para profissionais de RH, saúde, segurança do trabalho, liderança e consultoria.
Prefere conhecer o professor antes? Assista a uma aula aberta de Eduardo Casarotto.
- Carga horária
- 360 horas
- 15 módulos
- Formato
- 100% online
- aulas gravadas e encontro mensal ao vivo, opcional
- Duração
- 4 a 12 meses
- conforme o tempo que você tem para estudar
- Certificação
- FACEO
- instituição credenciada pelo MEC
- Pré-requisito
- Graduação
- concluída, em qualquer área
Valores e formas de pagamento aparecem assim que você informa a sua área de atuação.
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Uma direção concreta, sem alegar endosso
Organizações centradas no ser humano já são tema de normas e documentos internacionais. No Brasil, desde 26 de maio de 2026, a NR-1 inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.
ISO 27500 e ISO 27501
2016 e 2019, Organização Internacional de Normalização
Princípios para organizações centradas no ser humano e orientações para que gestores os levem à estratégia e aos processos.
OIT
2019, Declaração do Centenário para o Futuro do Trabalho
Defende uma abordagem do futuro do trabalho centrada no ser humano.
OMS
2022, Diretrizes sobre saúde mental no trabalho
Recomendações que incluem intervenções na organização do trabalho, além de ações com gestores e trabalhadores.
Referências independentes, cada uma com o seu escopo. Nenhuma delas valida ou certifica os Sistemas Humanizados. Veja o que cada documento propõe.
A arquitetura ensinada na pós é uma proposta própria de Eduardo Casarotto, situada nesse debate internacional. Não é uma certificação dessas organizações, e cursar a pós não equivale a cumprir a NR-1.
O que isso acrescenta à sua profissão
Uma coisa é concordar que as organizações precisam mudar. Outra é saber analisar o funcionamento humano, identificar incompatibilidades e trabalhar sobre processos, cargos, políticas, avaliações, cultura e governança. É isso que você passa a saber fazer, a partir da sua área:
RH, DHO e gestão de pessoas
Profissionais, gestores e diretores de RH, HRBPs e DHO
Olhar além de treinamento, clima e comportamento, para as estruturas que influenciam desempenho e saúde: cargos, critérios de avaliação, carreira e políticas internas.
Enfermagem e gestão da saúde
Enfermeiros assistenciais, coordenadores e gestores de enfermagem, gestores e diretores hospitalares
Relacionar acolhimento, condições de trabalho, qualidade assistencial e gestão da instituição. Humanizar o atendimento sem adoecer quem cuida.
Medicina e lideranças clínicas
Médicos, coordenadores de serviço e lideranças clínicas
Compreender como escalas, fluxos, decisões e o funcionamento do serviço influenciam a equipe e o cuidado.
Serviço social e saúde mental
Assistentes sociais, psicólogos e profissionais de saúde mental
Aprofundar o papel dos processos institucionais nos direitos e na experiência de usuários e trabalhadores, e levar a escuta para o desenho do ambiente.
Segurança e saúde no trabalho
Profissionais de SST, técnicos e engenheiros de segurança, medicina do trabalho
Ampliar a leitura dos riscos psicossociais para a discussão de medidas na organização do trabalho, sem reduzir o tema a ações individuais.
Gestão, liderança e consultoria
Gestores, diretores, lideranças e consultores organizacionais
Desenvolver repertório para participar do redesenho de regras e processos, e para oferecer análise estrutural, e não só diagnóstico.
Também procuram a pós servidores e gestores públicos, para quem há um módulo sobre o serviço público, e profissionais de compliance e direito do trabalho. A formação amplia conhecimento e repertório; não substitui a habilitação exigida em cada profissão nem garante cargo, promoção ou resultado.
Por que uma formação completa, e não só um curso de liderança?
Cursos de liderança podem aprofundar comunicação, influência e competências pessoais. A Pós em Sistemas Humanizados percorre também o funcionamento humano, os processos organizacionais, as políticas internas, os instrumentos de gestão, a governança e uma proposta integrada de implantação. Não se trata de dizer que todo curso de gestão ignora esses temas, e sim de deixar claro o escopo desta formação.
Ser humano tem um jeito de funcionar que não é opinião: tem necessidades que precisam ser atendidas, limites de atenção e de carga, um temperamento que não muda e uma personalidade construída ao longo da vida.
Um ambiente é humanizado quando as regras dele estão em harmonia com esse funcionamento. Quando estão em conflito com ele, adoece quem está lá dentro. E isso não depende de boa intenção: depende do que está escrito nas regras.
Humanização 2.0 não é um programa de bem-estar. É uma arquitetura de sistemas humanos, para tornar organizações compatíveis com o funcionamento de quem trabalha nelas.
Ser humano
Condição biológica. Todo atendente é humano.
Ser humanizado
Isso é estrutura. Um sistema automático que resolve seu problema em segundos, com clareza e sem enrolação, respeitou você. Um atendente que enrola, transfere de setor e devolve tudo para o começo, não respeitou.
O que agride e ninguém percebe
Ninguém precisa de teoria nova para saber que meta impossível faz mal. O trabalho difícil é enxergar o que agride e é considerado normal:
Promover o melhor técnico a gestor
O cargo novo pede outra coisa, e ninguém perguntou se aquilo combinava com ele. A empresa perde um bom técnico e ganha um gestor infeliz.
O atendimento excelente que o cliente elogia
A nota sobe, a diretoria comemora. Ninguém mede o que aquilo custa de desgaste de quem atende.
O ranking de desempenho na parede
Considerado motivação. É competição entre pessoas que precisam trabalhar juntas, e faz cada um medir posição em vez de resolver problema.
A política de porta aberta
Existe no papel, e ninguém usa. Porque quem usou uma vez ouviu falar disso na avaliação seguinte. A regra escrita diz uma coisa, a regra real diz outra.
O feedback uma vez por ano
Comportamento não muda com informação dada uma vez a cada doze meses. É o oposto de como o aprendizado funciona, e continua sendo o padrão.
A descrição de cargo genérica
Copiada de um modelo, cheia de verbos vagos. Sem uma boa descrição, ninguém consegue saber se aquele cargo combina com aquela pessoa.
Nenhum desses exemplos vem de má intenção. Todos vêm de estruturas montadas sem considerar como o ser humano funciona. Na leitura de Eduardo Casarotto, o que está por trás é o mesmo em todos: orgulho e egoísmo virados regra, estruturas que premiam a resposta orgulhosa e castigam a outra, de um jeito que até a pessoa mais bem-intencionada entra no padrão para sobreviver ali dentro.
Um sistema humanizado é o conjunto de regras, políticas e processos escritos a partir de como o ser humano realmente funciona. É ele que a Humanização 2.0 ensina a construir. E ele conversa diretamente com a gestão dos fatores de risco psicossociais que a NR-1 passou a exigir, sem substituir as obrigações próprias da norma.
A proteção da pessoa não pode depender de quem manda. Precisa estar na estrutura.
Quem ensina: Eduardo Casarotto, criador da Humanização 2.0
Eduardo Casarotto é autor e criador dos Sistemas Humanizados - Humanização 2.0, proposta voltada à análise e à transformação de organizações a partir do funcionamento humano. Sua obra relaciona fundamentos sobre personalidade e necessidades humanas à construção de políticas, processos, cargos, governança e critérios de gestão. O trabalho dialoga com a crescente discussão internacional sobre organizações centradas no ser humano, presente, entre outras referências independentes, na ISO 27500 e na ISO 27501. No Instituto Virtudes, essa proposta é aprofundada no livro, em aulas e na Pós-graduação em Sistemas Humanizados.
Registros de encontros, palestras e apresentações. As imagens não indicam endosso das autoridades ou instituições à pós-graduação.
Sistemas Humanizados · Humanização 2.0
A obra em que a proposta está registrada, catalogada na Biblioteca do Senado Federal. Na pós, o estudante conhece a arquitetura do livro aprofundada em aulas, com seus fundamentos e instrumentos de trabalho. Conhecer o livro
O sistema
Cerca de vinte anos de estudo sobre como o ser humano funciona, levados a consultórios, hospitais, empresas e unidades prisionais.
O livro
Tudo isso foi registrado em Sistemas Humanizados · Humanização 2.0.
O curso
A pós-graduação veio depois, para formar quem vai aplicar. Quem escreveu o livro é quem dá aula.
Não se reescreve uma norma sem entender o ser humano
Antes de falar de política interna, o curso estuda como uma pessoa se constrói e o que faz ela funcionar de um jeito ou de outro. É o que separa esta pós-graduação de um curso de gestão.
A psique
O aparelho psíquico: ego, self, superego, complexos, e tudo o que funciona sem a pessoa perceber.
A personalidade
Temperamento, caráter, identidade e couraça. O que já vem de nascença e o que é construído ao longo da vida.
As 51 necessidades humanas
São as mesmas em qualquer cultura, não importa a criação. Cada uma tem uma reserva que não pode secar nem transbordar, porque os dois extremos geram sintoma.
As faixas de evolução
Em que modo uma pessoa ou uma equipe está funcionando, e por que a mesma medida liberta uma equipe e bagunça outra. É o que evita um erro caro: dar autonomia onde ainda era preciso dar proteção.
Orgulho e egoísmo
Os dois jeitos de funcionar que, na leitura do autor, estão por trás da maior parte do adoecimento, tanto na pessoa quanto na empresa.
As virtudes
Não como valor moral, e sim como capacidade que se constrói. É a base da Terceira Competência.
O que o curso ensina
Os assuntos abaixo formam as 360 horas, em 15 módulos.
A base conceitual
O que é Humanização 2.0 e o que ela não é. Por que ação de humanização não é sistema humanizado. Os cinco filtros com que se avalia qualquer norma, processo ou política: virtuoso, sistêmico, 360°, flexibilidade e corresponsabilidade.
O funcionamento humano no trabalho
As 51 necessidades humanas aplicadas ao ambiente organizacional. Personalidade organizacional. As faixas de evolução organizacional e por que a mesma medida liberta uma equipe e desorganiza outra. Trabalho e funcionamento cerebral.
Saúde mental e riscos psicossociais
O que são riscos psicossociais, como eles se desenvolvem no ambiente e como trabalhar sobre eles por meio de gestão e de sistemas humanizados, com foco no ambiente e não apenas nas pessoas, em diálogo com o que a NR-1 passou a exigir.
A construção do sistema
As sete camadas onde a Humanização 2.0 fica gravada: descrição de cargo, políticas internas, fluxogramas, critérios de avaliação, política de valores, instrumentos de conflito e feedback, governança.
Liderança e governança
Liderança humanizada. Governança corporativa humanizada. A Terceira Competência: por que as organizações avaliam competência técnica e comportamental, e por que a competência moral precisa entrar formalmente na avaliação de desempenho, com peso sobre carreira e remuneração.
RH e pessoas
RH humanizado. Desenho de cargo. Recrutamento, integração e desligamento. Conflitos, feedback e atendimento ao público. Inclusão humanizada.
Ética, compliance e políticas
Políticas internas, código de conduta, compliance humanizado, ouvidoria. Como se escreve uma norma a partir do funcionamento humano.
A implantação
As quatro etapas em que um sistema humanizado se instala: estrutura, processos, gestão e asseguração. Por que a ordem entre elas não é escolha de gosto. Como conduzir o diagnóstico, com quem falar primeiro, e o que fazer quando o que a diretoria descreve não coincide com o que a equipe vive.
Contextos específicos
Humanização 2.0 na saúde. Humanização 2.0 no serviço público.
Gestão humanizada de ponta a ponta
Humanizar uma organização não é criar um programa. É reescrever o que já existe nela a partir de como o ser humano de fato funciona. Estes são os componentes de um sistema humanizado, cada um ensinado passo a passo no curso:
Estrutura e governança
- Governança humanizada
- Comitê de avaliação humanizado
- Comissão interna de prevenção e incentivo à humanização
- Estrutura e espaço físico humanizado
- Gestão do conhecimento humanizada
Gestão de pessoas
- Recursos humanos humanizado
- Recrutamento e seleção humanizados
- Descrição de cargo humanizada
- Plano de carreira humanizado
- Avaliação de desempenho humanizada
- A Terceira Competência no sistema de avaliação
- Setor de treinamento e desenvolvimento focado na Terceira Competência
- Gestão de benefícios e remuneração humanizada
- Programa de mentoria humanizado
- Cartilha de desligamento humanizado
Saúde mental e qualidade de vida
- Departamento de saúde mental corporativa
- Política de saúde e bem-estar humanizada
- Programa de suporte em crises pessoais humanizado
- Política de descompressão e qualidade de vida
- Política de conciliação entre trabalho e vida pessoal
- Pesquisa de clima humanizada
Comunicação e relação
- Manual de feedbacks humanizado
- Manuais de atendimento e comunicação humanizados
- Atendimento ao público e ao cliente humanizado
- Política de transparência na comunicação
- Política de transparência nos processos de promoção e carreira
Documentos normativos
- Manual de humanização de políticas internas
- Manual de valores, princípios e crenças humanizado
- Manual de personalidade humanizado
- Políticas de gestão de pessoas humanizadas
Alcance para fora da organização
- Inclusão humanizada
- Projetos sociais e apoio às famílias dos colaboradores
- Setores de compras e vendas humanizados
Nenhum setor da organização fica de fora.
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Por que esse conhecimento ganhou urgência
Os afastamentos do trabalho por transtornos mentais no Brasil estão no maior patamar da série histórica.
No mundo, a Gallup registra 41% dos trabalhadores relatando ter sentido muito estresse no dia anterior à pesquisa. E a OMS estima que depressão e ansiedade custem à economia global cerca de um trilhão de dólares por ano em produtividade perdida.
Dentro da empresa, o efeito aparece rápido. Segundo a Gallup, quem está em burnout é 2,6 vezes mais propenso a estar procurando outro emprego e 63% mais propenso a tirar licença médica. E substituir um profissional custa, nas estimativas da mesma Gallup, de metade a duas vezes o salário anual dele.
Fontes: Ministério da Previdência Social (dados divulgados por G1 e Agência Brasil, 2025); Gallup, State of the Global Workplace 2024, Employee Burnout e This Fixable Problem Costs U.S. Businesses $1 Trillion; OMS e OIT, comunicado de setembro de 2022 sobre saúde mental no trabalho. Os demais links estão na página Sistemas Humanizados.
A NR-1 é a resposta regulatória brasileira a esse cenário. E cresce o espaço para profissionais que saibam trabalhar sobre as condições que produzem o problema.
A NR-1 não criou a necessidade. Ela reconheceu o que já existia.
O trabalho já adoecia gente muito antes de qualquer norma. A mudança na NR-1 tornou obrigatório encarar isso.
Desde 26 de maio de 2026, a norma inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A organização precisa identificar perigos, avaliar riscos e adotar medidas de prevenção e controle, com plano de ação, acompanhamento e documentação no seu Programa de Gerenciamento de Riscos.
A norma diz o que precisa ser feito. O como depende do repertório de quem conduz. É nesse espaço que os Sistemas Humanizados oferecem uma proposta: olhar para as regras, os cargos, os fluxos e a gestão que produzem ou evitam o risco.
A resposta que o mercado costuma dar não basta. Um estudo da Universidade de Oxford comparou 46.336 trabalhadores de 233 organizações e olhou exatamente o que as empresas costumam contratar: treinamento de resiliência, meditação, aplicativos de bem-estar. Na maioria dos indicadores, quem participou não estava melhor do que quem não participou. A conclusão do autor foi que é preciso olhar para o local de trabalho, e não só para o trabalhador.
William J. Fleming, Industrial Relations Journal, 2024. Estudo transversal: mostra associação, não prova causa. Wellbeing Research Centre, Oxford
E, sozinho, um pacote de bem-estar não é gestão de risco. Ele não identifica o fator de risco no trabalho, não mede a exposição das pessoas e não documenta as medidas tomadas.
A NR-1 é obrigação da organização. Os Sistemas Humanizados são uma forma de compreender e redesenhar as condições de trabalho que ela pede para gerir.
Como funciona
| Carga horária | 360 horas, em 15 módulos |
|---|---|
| Formato | Totalmente online, com aulas gravadas e um Encontro Fechado mensal ao vivo com Eduardo Casarotto, de presença opcional |
| Duração | De 4 a 12 meses, conforme o seu ritmo |
| Tira-dúvidas | Por escrito, abaixo da aula de cada módulo |
| Avaliação | Provas de múltipla escolha em plataforma controlada e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) |
| Certificação | Emitida pela FACEO - Faculdade Centro Oeste, instituição credenciada pelo MEC |
| Pré-requisito | Graduação completa em qualquer área |
As aulas são gravadas e o ritmo é seu. Quem tem disponibilidade conclui em quatro meses; quem precisa de mais tempo tem até doze.
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O que muda quando o ambiente para de produzir o dano
Durante um século, a segurança do trabalho tratou do corpo. A norma que obrigou a proteger a mão na prensa não deixou os patrões mais generosos. Ela tornou a mutilação inaceitável e, depois, rara.
Colocar o risco psicossocial na NR-1 faz com a mente o que já se fez com o corpo. Se o caminho for o mesmo, o adoecimento causado pelo trabalho tende a deixar de ser um custo que se administra e passar a ser um dano que se evita.
É a mesma lógica que a regulação aplicou, cada um no seu tempo, a riscos como a poeira, o barulho e o trabalho em altura.
Quem se forma aqui não estuda só uma norma. Estuda como construir ambientes que param de adoecer as pessoas que passam a vida dentro deles.
O que costumam perguntar
Qual a validade do certificado?
É uma pós-graduação lato sensu (especialização) com certificado emitido pela FACEO - Faculdade Centro Oeste, instituição de ensino superior credenciada pelo MEC. O nome oficial do curso é Sistemas Humanizados: Saúde Mental, Cultura Organizacional e Gestão de Riscos Psicossociais (NR-1). O título é acadêmico: não substitui a habilitação exigida pelos conselhos profissionais para atividades específicas.
O que a formação permite fazer?
A pós-graduação desenvolve conhecimentos sobre análise e transformação de sistemas organizacionais segundo a proposta de Eduardo Casarotto. A capacidade de atuar num projeto real depende também da sua formação de origem, da experiência, da responsabilidade técnica e das exigências legais de cada atividade. A certificação acadêmica não substitui habilitação profissional específica nem garante conformidade com a NR-1.
Qual é a relação com a NR-1?
A NR-1 integra os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A formação aborda os riscos psicossociais e apresenta uma proposta própria de análise e transformação organizacional, que pode ampliar o repertório do profissional. A conformidade depende da gestão e das medidas efetivamente implementadas pela organização, da documentação adequada e das responsabilidades técnicas envolvidas.
Por que estudar isso agora?
A centralidade humana já é tema de normas e declarações internacionais, e no Brasil a gestão dos fatores de risco psicossociais ganhou atenção regulatória expressa. Para quem quer acompanhar esse campo, estudar antes de assumir novos projetos significa ampliar o repertório de análise e de atuação.
Preciso ser da área de RH ou de saúde?
Não. O pré-requisito é graduação completa em qualquer área.
Em quanto tempo consigo concluir?
De 4 a 12 meses. Como as aulas são gravadas, o ritmo depende da sua disponibilidade.
Como funciona a avaliação?
Por provas objetivas de múltipla escolha ao longo dos módulos e um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) aplicado ao final.
Tem TCC?
Sim. É um trabalho individual, escrito e aplicado, de 12 a 20 páginas, com diagnóstico em Sistemas Humanizados e proposta de intervenção. Não há defesa oral. São fornecidos manual, template e rubrica de avaliação.
Tem aula ao vivo?
As aulas do conteúdo são gravadas e você assiste no seu ritmo. Além delas, há um Encontro Fechado mensal com Eduardo Casarotto, exclusivo para alunos, voltado a aprofundamento e aplicação. A presença nos encontros ao vivo não é obrigatória. O tira-dúvidas do dia a dia fica por escrito, abaixo de cada aula na plataforma.
Quanto custa e como posso pagar?
Ao clicar em Quero me matricular, você informa a sua área de atuação e vê na hora os valores e as formas de pagamento disponíveis para o seu perfil: à vista, no cartão em até 12 vezes ou em plano recorrente mensal. Existem condições especiais para algumas categorias profissionais.
O futuro das organizações exige novos conhecimentos.
Conheça a formação de Eduardo Casarotto e avalie se ela faz sentido para a sua atuação.
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Ver o programa completo · Assistir a uma aula antes de decidir · Conhecer o livro
